Abertura Econômica e Desemprego - Marines R. de Oliveira
O desemprego é um dos mais complexos problemas das sociedades contemporâneas, já que o trabalho representa a independência individual, as rendas das pessoas e o seu status social. Sendo assim, o desemprego produz o agravamento de problemas sociais tais como: exclusão social, perda da auto-estima, desigualde social, aumento dos índices de violência entre outros.
O modelo de desenvolvimento adotado pelo Brasil através da abertura da economia e privatizações, leva a discussões a respeito do desemprego no páis.
Para os consumidores, a competitividade instalada favoreceu a multiplicidade de escolha, aumentou a qualidade dos produtos e a estabilidade dos preços, isto porque as taxas de juros impostas pelo Governo estimularam a entrada de capital estrangeiro, mantendo assim, o volume de moeda em circulação. Para que o aumento da demanda em virtude do volume de oferta não acarretasse o desequilíbrio da economia, como o aumento dos preços e conseqüente alimentação da inflação, o Governo estimulou a poupança em detrimento do consumo, diminuindo a produção e aumentando o desemprego, já que para as economias de terceiro mundo o crescimento da produção é necessário, para haver o desenolvimento e, o aumento na produção está diretamente relacinado com o aumento de emprego.
Quando há desaceleração econômica o nível de emprego diminu, aumenta assim o número de pessoas que buscam sua sobrevivência em atividades informais.
Verificando o contexto econômico do Brasil, há de se esperar que os números de postos de trabalho continuem diminuindo, o que acarretará ainda mais as desigualdades socias.
Portanto, um dos desafios do Governo e de toda a sociedade é enfrentar o desemprego, criando políticas que gerem empregos e renda, melhore a relação capital-trabalho, deêm condições de mais pessoas participarem do processo produtivo, resolvendo assim o problema do desemprego no Brasil.* Marines R. de Oliveira
Bel. Ciências Econômicas
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